❓PERGUNTA:
Ryoka disse algo como "proibir uma pessoa de ter uma arma é proibir a expressão da sua liberdade". Na altura, gostei muito dessa ideia, embora eu não viva nos Estados Unidos e, se vivesse, preferiria antes um estado com proibição de porte. Mas essa ideia ainda me inspira, apesar de a guerra não fazer parte da visão de futuro e desenvolvimento. É como se houvesse e não houvesse contradição. O que você diz sobre isso?
❗️RESPOSTA de lee:
Qualquer proibição aponta para a falsidade do sistema. Quanto mais proibições, mais confirmação direta de que esta sociedade usa a ilusão – uma distorção na compreensão do mundo.
O futuro da humanidade não terá uma única lei com proibições. Mais ainda, quando começar a "limpeza" das bases legislativas no planeta, será precisamente pelas proibições que se entenderá onde estão escondidas as instalações negativas. Será entendido onde estão escondidas as "doenças da sociedade".
As proibições são como quadros na parede, escondendo buracos.
Não é preciso proibir nada, vale a pena olhar para as origens daquilo que se proíbe. Se na sociedade existe a necessidade de violência – deve-se estudar o que a gera, e não proibir o porte de armas (onde ele foi originalmente permitido). Caso contrário, a suposta solução do problema através da proibição simplesmente a transfere para um novo nível. Por exemplo, toda a violência (proibida para os cidadãos) foca-se nas mãos do Estado – e este é o caminho para a ditadura, o arbítrio totalitário, a guerra e assim por diante.



