❓PERGUNTA:
Estou um pouco confusa. No webinar "Nova Consciência. O Corpo como Evidência" você fala primeiro que escolhemos não reter a dor no corpo, e durante o aterramento é exatamente isso que escolhemos - não reter. Mas ao mesmo tempo, logo depois você diz: "Permitir que isso seja. Não se livrar disso. Não afastar isso de você".
❗️RESPOSTA lee:
O que fica retido no corpo é uma tentativa de proibir que isso esteja no Ser. No corpo, não podemos reter o que é permitido simplesmente ser. Retemos exatamente aquilo que tentamos parar. "Eu não quero isso" é o mesmo que "eu quero segurar isso".
No entanto, o corpo como Consciência já contém em si a totalidade. Não temos nada a oferecer a ele para que seja "mais inteiro" ou "mais saudável". Simplesmente não coloquem sobre ele um fardo extra na forma de "eu não deveria pensar nisso...".
O que é uma experiência valiosa será incluído no DNA como "memória do corpo". Também transmitimos habilidades, digamos, de dirigir um carro, tocar um instrumento musical e assim por diante.
Mas também é transmitido "eu sou aquele que não gosta de...". E esse "não gostar" é retirado do Universo e inserido no corpo, para que ele se lembre do que exatamente não deve gostar.
Então vocês dizem: "sim, isso existe, e não me interessa mais". O corpo responde: "ok, vamos esquecer essa bobagem, vamos nos dedicar a aprender suaíli".
Para esquecer algo, é preciso exatamente esquecer - deixar ir, sem se despedir. Mas, assim que você se preocupa com "para onde seria melhor enviar?" ou "como exatamente isso deve ser esquecido", você imediatamente dá atenção a isso.
Portanto, a fórmula é: "Eu reconheço que no Universo existe absolutamente tudo. E não preciso mais me preocupar em cancelar o desnecessário, vou pegar o desejado".
No reconhecimento do Tudo há um significado profundo - você pode OBTER O QUE QUISER. Esse é o outro lado da moeda de soltar o que não é desejado.
A atenção determina a presença, e a própria presença é determinada pela permissão para que Tudo seja.



