❓PERGUNTA:
Muitas pessoas chegam à religião em momentos difíceis da vida. É exatamente nessa situação que me encontro agora, e foi por isso que surgiu esta questão. A chegada à religião é uma renúncia ao próprio papel de criador? E o desejo de entregar a responsabilidade a outra pessoa?
❗️RESPOSTA lee:
Sim, de modo geral. E depois, aqui não se trata simplesmente de «foi para a religião». Aqui, mais precisamente, o tema é – foi para a igreja (mosteiro). E lá não se fica simplesmente sentado olhando para a parede, lá há seu próprio horário de trabalho, rotina, obrigações e, normalmente, o tempo para «pensamentos livres» é muito limitado.
Ou seja, a pessoa se desenvolve de tal forma com essa outra atmosfera que se afasta bastante das antigas «frequências problemáticas». Consequentemente, isso é percebido como salvação, alívio e gratidão pelo caminho proporcionado.
Se, porém, falarmos do tema em geral – «senti-me mal, saí correndo para acender velas» –, isso é tanto uma mudança de atenção quanto uma espécie de treino para descarregar o negativo. Aqui é oportuno lembrar que as igrejas existem há milênios, enquanto os psicólogos surgiram há apenas cem anos e, muito recentemente, tendiam a «tratar» os pacientes com choque elétrico…
Foi para a religião: renúncia ao papel de criador?
Autor: lee author

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Fontes
Сайт автора lee
Lee I.A.
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