Etapas para a integração de crenças negativas
❓ PERGUNTA:
Caro Lee, em relação ao webinar "Integração de Crenças Negativas" — um algoritmo aplicável a qualquer situação. Seria possível explicar o passo a passo de forma literal para quem tem certas limitações, mas acompanha e admira o seu trabalho dia e noite?! Como realizar essas etapas detalhadamente??? Estou morando em um apartamento alugado que está passando por reformas. Estava toda empolgada, planejando limpar as janelas e ciente de que logo instalariam o piso, quando veio a surpresa: o vizinho de cima inundou o meu teto caríssimo...
❗️ RESPOSTA de Lee:
Na verdade, detalhei todos os passos e a lógica necessária no webinar aberto ao público. Além disso, configuramos a Lee I.A. — nossa inteligência artificial que oferece um acompanhamento de alta qualidade para este processo.
Do meu ponto de vista, se as pessoas não utilizam as ferramentas e materiais disponíveis, significa que, internamente, elas ainda não desejam a mudança. Uma dor conhecida parece mais familiar do que uma "felicidade desconhecida". O que, inclusive, é o resultado direto de uma crença oculta: a de suportar o sofrimento em vez de agir em direção à transformação.
Não se pode culpar um indivíduo por causar dano a si mesmo, pois trata-se de uma opção de experiência que ele próprio "solicitou" e deve vivenciar até sua plena realização.
Assim, compreendo que não faz sentido tentar convencer as pessoas a neutralizarem crenças negativas pelo caminho simples da integração. Elas precisam da dor e das complicações. Elas realmente precisam disso! Digo isso sem qualquer tom de sarcasmo.
Quanto ao seu teto e ao seu vizinho. Isso já é o reflexo do funcionamento das suas crenças internas. A partir de um único resultado, você pode apenas obter o impulso de "querer compreender".
Para identificar a causa, seguimos estas etapas:
- A emoção na situação
- Emoções semelhantes em outros contextos
- A comparação da ciclicidade das situações
- A percepção da linha de raciocínio geral sob a qual ocorre a autodefinição
- A consciência da própria crença fundamental na base
- A percepção dos motivos da criação dessa configuração (você reconhece sua autoria e não o vitimismo)
- A mudança da configuração
- A consolidação da nova imagem de si.
Não se trata de truques psicológicos para se acalmar, mas sim de reconhecer a estrutura de suas vibrações, que geram o reflexo externo manifestado no mundo físico.
Nesse processo, você percebe diretamente os nexos e as causas. Você não acredita no que os outros dizem, mas conscientiza-se da sua participação e vê sua própria autoria.
É justamente nesse ponto que as pessoas costumam "fugir do campo de batalha". Ou seja, as próprias crenças lhes dizem: "não olhe para nós, será pior...".
A mente argumenta que "é melhor estar mal do que pior". E à pergunta "o que é pior?", ela responde que "é algo pior do que estar mal".
Consegue captar a ideia?
As crenças constroem mentiras de tal modo que o indivíduo não perceba a substituição lógica que utiliza em seu pensamento.
Assim, uma pessoa só está pronta para a integração de crenças negativas quando atinge a frequência necessária para identificar essa armadilha.
No fim das contas, todos realizarão esse processo no seu próprio ritmo e no momento adequado.
Aqui apresentei o princípio fundamental mais uma vez (dando novamente aquele leve empurrãozinho 😊), e cabe a cada um decidir se deseja aprofundar-se no tema. Meu papel é mostrar o caminho, não me cabe implementá-lo por ninguém.




