A escritora japonesa e ex-candidata política Kotoé Hashimoto anunciou o nascimento do seu sétimo filho. A sua publicação no X de 29 de agosto de 2026 tornou-se imediatamente viral.
Ela publicou uma foto onde segura o recém-nascido nos braços e agradeceu aos médicos, parteiras e enfermeiras. A publicação alcançou 27 milhões de visualizações.
Na mensagem seguinte, Hashimoto escreveu: «Acredito que agora é o momento para as mulheres japonesas terem filhos. Do papel ativo das mulheres depende o florescimento ou o declínio da nossa nação».
Ela também informou que apresentou os documentos para registar o nascimento do filho como cidadão japonês. Poucos dias depois, Hashimoto teve alta do hospital.
A notícia surgiu num contexto de taxa de natalidade recorde baixa no país. Em 2025, nasceram no Japão cerca de 671 mil crianças — o número mais baixo desde 1899 e já o décimo ano consecutivo de declínio.
A taxa de fertilidade total caiu para o mínimo histórico de 1,14. Que efeito pode ter um exemplo tão notório na situação demográfica em geral?
A mensagem de Hashimoto gerou ampla discussão online: uns apoiam o seu apelo, outros debatem as causas reais da crise e possíveis soluções.

