Valência, 15 de setembro de 2026. O «Barcelona» arrancou uma vitória 4:2 sobre o «Levante», e Lamine Yamal fez um bis, prolongando a série impecável dos catalães. Mas por trás dos números brilhantes esconde-se um quadro mais complexo: a equipa de Hansi Flick continua a liderar a La Liga com três pontos de vantagem sobre o «Real», mas a sua defesa voltou a rachar no final.
Yamal abriu o marcador no minuto 19 após um passe de Raphinha, e depois converteu uma grande penalidade no início da segunda parte. Antes, tinha-se destacado o jovem defesa Xavi Espart — o seu golo no quinto minuto foi o primeiro dele com a camisola do «Barça». O «Levante» respondeu com golos de Ivan Romero e Roger Brugue, expondo os problemas dos catalães na defesa.
Flick, após o jogo, reconheceu: «Não foi o nosso melhor jogo. Na segunda parte baixámos um pouco». A equipa, que começou a época com cinco vitórias consecutivas, mostrou que mesmo dominando no início do jogo é vulnerável ao contra-ataque e a erros individuais.
Particularmente preocupante parece o momento do erro de Marc Bernal, que permitiu a Brugue reduzir a diferença. Episódios como este recordam como, na época passada, o «Barcelona» perdeu pontos por falta de concentração nos finais. Yamal, pelo contrário, parece a encarnação de uma nova era: o extremo de 18 anos não só marca, como também conquista grandes penalidades, ditando o ritmo do ataque.
A substituição de Karim Adeyemi nos descontos foi decisiva — a sua arrancada individual e o golo puseram o ponto final. Não é apenas um resultado, mas um sinal: o «Barcelona» é capaz de fechar jogos graças à profundidade do plantel, mas o preço da vitória aumenta a cada jogo.
Pela frente, novos testes. Por agora, o bis de Yamal e a liderança na tabela dizem que a equipa de Flick está a construir não apenas uma série de vitórias, mas uma nova identidade, onde a juventude e a experiência devem conviver com a disciplina na defesa.
