❓PERGUNTA:
Então, se somos todos um e o DNA muda com nossas vibrações, a busca por informações sobre ancestrais e linhagem perde um pouco o sentido. Sempre me interessei por genealogia e considerei importantes os conhecimentos sobre as pessoas pelas quais vim ao mundo: por exemplo, na linha materna da minha mãe havia parteiras e herboristas, elas curavam pessoas com as mãos. É legal e agradável perceber isso e pensar que isso também pode estar em mim. Mas, depois de mergulhar nos materiais de lee, isso parece menos importante e valioso, pois não há "meus"/"deles" — somos todos Um, quer sejamos parentes de sangue ou não. E eu posso ser quem eu quiser, se isso me trouxer alegria e não for impedido por crenças limitantes. Caro lee, o que você pensa sobre isso? Há um sentido global em estudar os ancestrais e "aproximar-se" da linhagem, além da minha alegria pessoal com o processo e os resultados?
❗️RESPOSTA de lee:
Além da sua alegria, não há outro sentido.
Se você tem interesse em estudar genealogia, encontrará ali muito mais do que "conexões com a linhagem". Há muitas potenciais nesta área, desde a compreensão de por que você escolheu precisamente esta família para encarnar, até a consciência de quais sistemas estelares sua DNA veio e quais conexões estão ativas nela atualmente.
E também, no meio desta área, há o DNA mitocondrial, no qual alterações adicionais podem ter sido feitas em você ou em seus pais. Essas alterações fazem parte de um programa expandido para a união da família estelar num futuro próximo.
Portanto, o tema "linhagem" é um conceito bastante restrito, que, aliás, cheira um pouco a convenções e auto-limitação (manipulação para isolamento e contraposições com outras pessoas). Olhe para este tema de forma mais ampla e terá mais descobertas alegres.



