Magenta 1933 e o fio que se estende até um programa de herança americano
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12 de setembro de 2026, o jornal Liberation Times publicou um artigo do jornalista Christopher Sharp, baseado em informações de fontes da comunidade de inteligência. No centro das atenções está uma linha contínua de investigações, iniciada com a descoberta de um aparelho incomum e estendida até programas americanos sigilosos relacionados a objetos voadores não identificados.
Os acontecimentos se desenrolam a partir de 1933. Perto da cidade italiana de Magenta foi encontrado um aparelho de origem desconhecida. As fontes descrevem os corpos encontrados junto a ele como pertencentes a uma população terrestre avançada — os «nórdicos», seres humanoides de cabelos claros. Já em 1934, a Alemanha obteve acesso à descoberta. O trabalho de compreensão e possível reprodução da tecnologia começou na cooperação entre os dois países.
Em 1935, Heinrich Himmler criou a organização Ahnenerbe. Oficialmente, ela se dedicava à arqueologia, à antropologia e a expedições. Segundo as fontes, a estrutura era simultaneamente usada para buscar os «nórdicos» e dominar suas tecnologias. Mais tarde, nos círculos ligados a esses trabalhos, figurou o conceito de «Vril». As pesquisas eram conduzidas em condições de rigoroso sigilo e se cruzavam com projetos militares.
Em meados da guerra, essas linhas convergiram com o aparelho de Hans Kammler, que controlava produções subterrâneas, programas de foguetes e desenvolvimentos técnicos prioritários. As fontes ligam seu estado-maior especial a tentativas de reproduzir elementos da tecnologia extraída. A lenda do «Sino», nessa versão, apresenta-se como possível resultado dos esforços para copiar o que foi encontrado em Magenta.
Os Estados Unidos souberam da direção dos trabalhos em 1944–1945, quando havia uma intensa caça às tecnologias alemãs. A Operação LUSTY, a captura de instalações subterrâneas, documentos e especialistas tornaram-se prioridade. Um documento de 7 de maio de 1945, reproduzido no livro «O Nazista Oculto», registra que Kammler se rendera no dia anterior e seguia para Konstein para interrogatório detalhado e avaliação das pesquisas subterrâneas de armamentos. Esse papel se encaixa no quadro geral da transferência de materiais e conhecimentos. Por meio da Agência Conjunta de Objetivos de Inteligência, das operações Overcast e Paperclip, o lado americano, segundo as fontes, absorveu duas linhas paralelas: a aberta, ligada a von Braun, e a mais oculta. Em seguida, essa linha pode ser rastreada através do Grupo Central de Inteligência, da CIA e da Força Aérea. Em 1962, como afirmam as fontes, os trabalhos foram transferidos para estruturas da Força Aérea e da indústria de defesa.
O ex-funcionário de inteligência David Grusch, em 2023, falou publicamente que o aparelho encontrado perto de Magenta mais tarde acabou nas mãos dos Estados Unidos. As fontes do Liberation Times complementam o quadro: não se tratava apenas de tecnologia, mas também de tentativas de compreender a origem e as capacidades dos «nórdicos».
Se aceitarmos essa cronologia a sério, o fio oculto não se rompeu nos anos do pós-guerra. Ele pode ter se desenvolvido em um programa sigiloso estável de estudo e adaptação de tecnologias que iam muito além das noções então vigentes sobre física e materiais. Elementos isolados — princípios antigravitacionais, novas fontes de energia, formas de fuselagem sem a aerodinâmica habitual — podem ter gradualmente migrado para projetos negros da indústria de defesa, permanecendo fora do campo científico público. Nos anos 1960 e adiante, essa linha, pela lógica das fontes, já existia dentro das estruturas militar-industriais, e não como um troféu pontual.
Hoje, esse mesmo fio pode levar justamente àqueles programas dos quais se fala cada vez mais no contexto da revelação contemporânea: a aparelhos captados por sensores militares, a materiais de origem desconhecida e a longas tentativas de compreender com o que exatamente a humanidade está lidando. O que começou em Magenta, através de laboratórios alemães e canais sigilosos americanos, continua como uma tradição de pesquisa viva — silenciosamente, de forma consistente e até hoje em grande medida oculta.


