O congressista do Missouri, Eric Burlison, publicou em 20 de agosto de 2026 uma mensagem que imediatamente atraiu a atenção daqueles que acompanham o tema dos fenômenos anômalos não identificados. Ele relatou que, nos últimos meses, conversou muito com Jay Stratton — um homem que trabalhou durante décadas nas estruturas mais sigilosas da inteligência americana. Burlison observou que Stratton está pronto para sair "das sombras" e contar sua história publicamente. O congressista destacou a cooperação do ex-funcionário e acrescentou: o público finalmente ouvirá o que Stratton já lhe confidenciou. E deu a entender que uma possível audiência no Congresso poderá ocorrer — seus colegas, segundo ele, certamente desejarão fazer perguntas.
Many conversations have led to Jay Stratton (@jaystratton). I am glad to see that he is willing to come “Out of the Shadows” and go public with his story. He has been very cooperative to me during these last few months. I am glad to see that the public will get to hear the story
Stratton não é uma figura qualquer. Por mais de dezesseis anos, ele investigou UAPs em nome do governo dos EUA. Trabalhando no Escritório de Inteligência Naval e na Agência de Inteligência de Defesa, ele esteve na origem dos programas que retomaram o estudo oficial desses fenômenos após o encerramento do Projeto Livro Azul em 1969. Foi ele quem participou da criação do Advanced Aerospace Weapon System Applications Program (AAWSAP) e, mais tarde, liderou a primeira força-tarefa interinstitucional sobre UAPs — a Unidentified Aerial Phenomena Task Force. Seu cargo correspondia ao equivalente civil de um general de duas estrelas. Ele participou de briefings para altos funcionários e até contribuiu para os relatórios diários do presidente.
No documentário "Age of Disclosure", Stratton declarou abertamente: ele viu com seus próprios olhos veículos não humanos e seres não humanos. Agora, essas palavras ganham continuidade. Suas memórias, "Out of the Shadows: Revealing the Truth About Non-Human Intelligent Life", serão lançadas em 13 de outubro de 2026 pela editora William Morrow (HarperCollins). Segundo a descrição da editora, o livro narra como, atuando nas sombras da comunidade de inteligência, Stratton descobriu um encobrimento de oitenta anos sobre a existência de vida inteligente não humana. Ele enfrentou aqueles que, por décadas, mantiveram essa informação longe do público, do Congresso e até mesmo dos presidentes. O trabalho foi realizado com enorme risco e deixou uma marca profunda nele mesmo e em sua família.
A cronologia se constrói de forma consistente. Primeiro, anos de trabalho secreto dentro do sistema. Depois, a saída gradual de testemunhas individuais e as audiências no Congresso. Agora, um homem que esteve no comando de programas oficiais prepara um relato detalhado sobre o que permaneceu por muito tempo atrás de portas fechadas. Burlison, que se dedica ativamente às questões de transparência sobre UAPs, confirma que ouviu essa história diretamente e a considera importante para um público mais amplo.
O livro e a possível audiência surgem em um momento em que o tema já ultrapassou o círculo restrito de pesquisadores. Programas oficiais existiram, dados foram coletados e parte da informação, por anos, não chegou nem aos legisladores, nem aos cidadãos. Stratton, segundo suas próprias palavras e a avaliação daqueles que trabalharam com ele, decidiu contar tudo o que a lei permite. Para muitos, este é o próximo passo em uma longa cadeia de eventos, onde o oculto gradualmente se torna evidente.

